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Christopher Murphy
Christopher Murphy

A era do capitalismo de vigilância: a obra-prima de Shoshana Zuboff que revela o fenômeno que domina a economia digital


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Você já ouviu falar sobre a era do capitalismo de vigilância? Esse é o termo usado pela professora e pesquisadora Shoshana Zuboff para descrever o novo modelo de negócios baseado na coleta, análise e venda de dados pessoais dos usuários da internet. Em seu livro "A Era do Capitalismo de Vigilância: A Luta por um Futuro Humano na Nova Fronteira do Poder", ela explica como as grandes empresas de tecnologia, como Google, Facebook, Amazon e outras, usam os dados para manipular o comportamento, as emoções e as preferências das pessoas, gerando lucros bilionários e ameaçando a democracia, a privacidade e a autonomia dos indivíduos.


Neste artigo, vamos explicar o que é o capitalismo de vigilância, quais são os seus principais conceitos e características, quais são os seus riscos e desafios, e como você pode baixar o PDF do livro de Shoshana Zuboff para se informar melhor sobre esse tema tão atual e relevante. Acompanhe!




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O que é o capitalismo de vigilância?




O capitalismo de vigilância é um termo cunhado por Shoshana Zuboff em 2014, em um artigo publicado na revista "Journal of Information Technology". Segundo ela, o capitalismo de vigilância é "uma nova forma de capitalismo que visa prever e modificar o comportamento humano como forma de produzir receita e controle social".


De acordo com Zuboff, o capitalismo de vigilância surgiu no final do século XX, com o advento da internet e das redes sociais, que permitiram às empresas de tecnologia coletar uma quantidade enorme de dados sobre os usuários, desde seus hábitos de consumo, até suas opiniões políticas, seus sentimentos, suas relações sociais, sua localização geográfica, etc. Esses dados são chamados de "excedentes comportamentais", pois são gerados a partir das atividades online dos usuários, sem que eles tenham consciência ou consentimento sobre isso.


Esses excedentes comportamentais são então processados por algoritmos sofisticados que criam perfis detalhados dos usuários, capazes de prever e influenciar suas ações futuras. Esses perfis são vendidos para anunciantes, políticos, governos e outras entidades interessadas em moldar o comportamento das pessoas. Assim, o capitalismo de vigilância transforma os dados pessoais em uma mercadoria lucrativa e poderosa, que pode ser usada para fins comerciais, políticos ou ideológicos.


Quais são os principais conceitos e características do capitalismo de vigilância?




Para entender melhor o capitalismo de vigilância, é preciso conhecer alguns dos principais conceitos e características que Zuboff usa em seu livro. Veja alguns deles:



  • Rapto dos excedentes comportamentais: é o processo pelo qual as empresas de tecnologia capturam os dados pessoais dos usuários sem o seu conhecimento ou consentimento. Esse rapto é feito por meio de dispositivos digitais, como smartphones, computadores, câmeras, sensores, etc., que monitoram constantemente as atividades online e offline dos indivíduos.



  • Modificação do comportamento: é o objetivo final do capitalismo de vigilância. As empresas de tecnologia usam os excedentes comportamentais para criar produtos e serviços que visam modificar o comportamento dos usuários, seja para aumentar o consumo, a fidelidade, a adesão ou a conformidade. Essa modificação é feita por meio de técnicas de persuasão, manipulação, recompensa ou punição.



  • Instrumentarianismo: é a ideologia que sustenta o capitalismo de vigilância. O instrumentarianismo é a crença de que os dados podem ser usados para controlar a sociedade e os indivíduos por meio de instrumentos digitais. O instrumentarianismo se opõe ao totalitarismo, que busca controlar a sociedade por meio da violência física ou da coerção política.



  • Santuário: é o espaço onde os indiví duos podem se proteger do capitalismo de vigilância. O santuário é o lugar onde os indivíduos podem exercer sua liberdade, sua privacidade, sua criatividade e sua dignidade. O santuário é ameaçado pelo capitalismo de vigilância, que busca invadir e colonizar todos os aspectos da vida humana.



Quais são os riscos e desafios do capitalismo de vigilância?




O capitalismo de vigilância representa uma série de riscos e desafios para a sociedade e os indivíduos. Alguns deles são:



  • Violação da privacidade: o capitalismo de vigilância viola o direito fundamental à privacidade dos indivíduos, que é a base para a autonomia, a identidade e a expressão pessoal. Ao coletar e analisar os dados pessoais dos usuários sem o seu consentimento, as empresas de tecnologia invadem a esfera íntima e privada dos indivíduos, expondo-os a riscos de abuso, discriminação, chantagem, roubo de identidade, etc.



  • Manipulação do comportamento: o capitalismo de vigilância manipula o comportamento dos indivíduos, reduzindo-os a meros objetos de consumo, produção ou controle. Ao usar técnicas de persuasão, manipulação, recompensa ou punição, as empresas de tecnologia influenciam as decisões, as emoções e as preferências dos usuários, limitando sua capacidade crítica, sua liberdade de escolha e sua diversidade cultural.



  • Concentração de poder: o capitalismo de vigilância concentra o poder nas mãos de poucas empresas de tecnologia, que detêm o monopólio dos dados e dos algoritmos. Essas empresas se tornam as novas autoridades e intermediárias da sociedade, definindo as regras, os valores e os padrões do que é verdadeiro, bom ou justo. Essas empresas também se tornam vulneráveis a ataques cibernéticos, espionagem ou sabotagem por parte de hackers, criminosos ou inimigos políticos.



  • Ameaça à democracia: o capitalismo de vigilância ameaça a democracia, que é o sistema político baseado na participação cidadã, na representação popular e na deliberação pública. Ao usar os dados para interferir nas eleições, nas campanhas, nas opiniões e nos movimentos sociais, as empresas de tecnologia comprometem a legitimidade, a transparência e a accountability dos processos democráticos. Além disso, ao criar bolhas de informação e polarização ideológica, as empresas de tecnologia dificultam o diálogo, o consenso e a cooperação entre os diferentes grupos e interesses da sociedade.



Como baixar o PDF do livro "A Era do Capitalismo de Vigilância"?




Se você se interessou pelo tema do capitalismo de v


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